Planeta PSL-BA :: pensando o software livre na Bahia

20/01/2012

Leonardo Couto Conrado

Plugin do Nagios para verificar a fila de e-mails do servidor Qmail


OBS.: O plugin é executado através do NRPE na máquina remota, logo, o script deve ser colocado junto aos outros plugins do nagios na máquina cliente, ou seja, no servidor Qmail e não no servidor Nagios.

Este script ajudará a identificar um possível ataque ao seu servidor de e-mails. Onde uma conta de e-mail do seu dominio provavelmente com uma senha frágil esteja sendo utilizada para enviar uma grande massa de e-mails (SPAM) com destino a endereços e-mails da internet, logo, isso acarretará em uma grande quantidade em excesso de mensagens na fila de envio do seu servidor Qmail atrasando o envio de e-mails verdadeiros. O script checará sempre essa quantidade de mensagens na fila e retornará a saída para o Nagios.

 Copie o script abaixo, que irá checar a fila de e-mails, para o diretório de plugins do Nagios no seu servidor Qmail:

# vi /usr/local/nagios/libexec/check_qmail_queue
############################################################### 
# Script checar fila de e-mails do Qmail 
# Por Leonardo Couto Conrado 
# Em 20.01.2012
############################################################### 
#!/bin/sh

OK=0
WARNING=1
CRITICAL=2
UNKNOWN=3

criticalMsgsInQueue=90
warningMsgsInQueue=80

mailQueue=$(/usr/local/bin/qmailctl queue | grep "messages in queue:" | awk -F ":" '{print $2}')

if [ $mailQueue -gt $criticalMsgsInQueue ]; then
        echo "NÚMERO DE MENSAGENS NA FILA ULTRAPASSOU O LIMITE DE CRITICAL, $mailQueue MSGS NA FILA!"
        exit $CRITICAL
fi


if [ $mailQueue -gt $warningMsgsInQueue ]; then
        echo "NÚMERO DE MENSAGENS NA FILA ULTRAPASSOU O LIMITE DE WARNING, $mailQueue MSGS NA FILA!!"
        exit $WARNING

        else
                echo "NÚMERO DE MENSAGENS NA FILA ESTÁ OK, IGUAL A $mailQueue MSGS NA FILA."
                exit $OK
fi

exit $UNKNOWN

# chmod +x /usr/local/nagios/libexec/check_qmail_queue


Para ativar o check, devemos inserir o comando e o serviço no servidor do Nagios. Segue procedimento para ser executado no Nagios:

1 - Crie o comando no arquivo commands.cfg (No ambiente usado para esse "how to" o arquivo encontra-se em /usr/local/nagios/etc/objects/commands/commands.cfg no servidor Nagios:

vi /usr/local/nagios/etc/objects/commands/commands.cfg
#'check_nrpe_qmail_queue' command definition
define command{
        command_name    check_nrpe_qmail_queue
        command_line    $USER2$/check_nrpe -H $HOSTADDRESS$ -c check_msgs_qmail_queue
        }

2 - Crie o serviço para o servidor Qmail:

vi /usr/local/nagios/etc/objects/services/linux-services.cfg
define service{
        use                             non-critical-services         ; Name of service template to use
        host_name                       SRVLMSSAMAIL01
        service_description             EMAILS IN QUEUE
        check_command                   check_nrpe_qmail_queue
      }

3 - Configure o check no NRPE no servidor Qmail:


vi /usr/local/nagios/etc/nrpe.cfg

command[check_msgs_qmail_queue]=/usr/local/nagios/libexec/check_qmail_queue


4 - Reinicie o serviço do Nagios no servidor Nagios e o serviço do NRPE no servidor de e-mail Qmail.

January 20, 2012 05:13 PM

16/01/2012

Vicente Aguiar

#SOPAblackoutBR: Brasil se mobiliza contra projeto de lei nos EUA que ataca a liberdade na Internet

 No dia 18/01/12 diversos sites, blogs e redes sociais irão aderir ao #SOPABlackoutBR e ficar indisponíveis como forma de protesto! Motivo: mostrar às autoridades Brasileiras e as grandes corporações a posição da sociedade brasileira em relação ao "SOPA" nos EUA e demais práticas, normas, medidas judiciais e leis que ameaçam a liberdade na Internet no mundo e no Brasil.

Mas que "SOPA" é essa?

SOPA é a sigla de "Stop Online Piracy Act", que está ligada a um projeto de Lei nos EUA que se diz a favor do "Combate à Pirataria Online". Contudo, na prática, esse projeto estabelece o uso no território Americano de um mecanismo de censura sobre a Internet semelhante ao utilizado em países como a China, Irã e Síria, com a desculpa de coibir a "pirataria online". Isso significa que o projeto pretende combater práticas sociais que historicamente utilizamos para ter acesso à qualquer obra cultural na internet: trocar, compartilhar, emprestar, remixar, etc.

O problema maior é que o SOPA não afetará apenas os Estados Unidos, pois esse país, além de concentrar a maior parte da infra-estrutura da internet, concentra quase todos os serviços e sites que utilizamos diariamente, e que podem ser afetados tais como Youtube, Facebook, WordPress, Google, Gmail, Twiiter, e muitos outros. Temos de lembrar também que muitos sites são hospedados nos EUA, mesmo sem ter TLD americano e outros fora dos EUA com TLD americano como (.com, .net, .org) em ambos os casos o site estará debaixo da legislação Americana.

SOPA também prevê instrumentos para bloquear os serviços de publicidade e pagamento online sob a jurisdição dos EUA, impactando qualquer site no mundo, apenas com base em uma denuncia de suspeita,e sem ordem judicial.

Os problemas não acabam por ai, o SOPA afetará profundamente a liberdade de expressão na Internet, todos os sites se verão obrigados a aplicar mecanismos de auto-censura, e filtrar toda atividade online de seus usuários para evitar serem bloqueados.

 
O que diz a lei (SOPA)?

Quando um site for denunciado, todos os demais sites que tenham “relacionamento” com ele e não queiram sofrer as conseqüências legais terão cinco dias para:


 
Efeitos colaterais


Os provedores de Internet, email, blogs gratuitos, mensageiros instantâneos e redes sociais serão forçados a espionar todo conteúdo publicado por seus usuários em busca de material não autorizado e eventualmente bloqueá-los.

As comunidades online, em especial as comunidades colaborativas que são o fenômeno da Internet que afetam mais profundamente a nossa sociedade, ou seja, desde a esfera cultural, política, social até a econômica. O bloqueio de sites e tecnologias a serviço destas comunidades irá em muitos casos impedida-las de continuar existindo.

Muitas tecnologias (como a rede anônima “TOR”, os DNS alternativos, as redes P2P e os proxys VPN) que permitem a navegação e/ou distribuição de informações anônimas e sem censura, e que são fundamentais para muitos ativistas e organizações políticas em todo o mundo, basicamente se verão ilegais de um dia para outro.

O Brasil e o SOPA

No Brasil estamos ha anos lutando contra o o AI5Digital (PL 84/99) e a favor do Marco Civil da Internet (PL 2126), tem sido uma luta incansável. Todo este esforço pode ser perdido com a aprovação do SOPA, pois junto com a lei Sinde na Espanha e Hadopi na França, ele pode ser um terrível instrumento de pressão para que o Brasil e demais países adotem legislações semelhantes. É importante lembrar que a Lei Sinde que aparentemente havia sido brecada por ativistas Espanhois, foi aprovada logo no inicio do novo mandato sob grande pressão Americana, e que o AI5Digital, que fora congelado em 2008 voltou a tona no inicio deste ano com grande pressão para aprovação. Não podemos descansar nenhum minuto!

Quem está se mobilizando?

Há uma grande reação nos EUA contra o SOPA e o Protect IP Act. O principal articulador da luta contra o bloqueio da Internet é a Electronic Frontier Foundation. Ativistas do mundo inteiro se mobilizam contra essas medidas. Organizações da sociedade civil, tais como a Wikipedia e a Mozilla Foundation se mobilizam igualmente junto com corporações como o Google e o Yahoo. No Brasil, os ativistas da liberdade na Internet que lutam contra o AI-5 Digital se mobilizam desde o ano passado para denunciar o SOPA. Diversos blogueiros também têm denunciado essas investidas que visam censurar e bloquear a rede. Existe até um aplicativo para celulares Android que permite o usuário identificar as empresas que apóiam o SOPA

Saiba mais sobre o assunto nas fontes abaixo.

Fontes: Site do Mega NãoTrezentos, Electronic Frontier Foundation

January 16, 2012 12:59 PM

13/01/2012

Aurelio A. Heckert

18 de janeiro tire seu site do ar contra PIPA e SOPA

Governos gostam de censura, temem a inovação e sempre protegem o statu quo. Isso não é diferente no Brasil e não é diferente nos EUA, por mais que se declarem defensores da liberdade.

No momento temos dois projetos tramitando no governo americano que podem inviabilizar a internet livre em todo o mundo e ainda podem influenciar leis equivalentes em outros governos. São os projetos:

  • PIPA — Protect Intellectual Property Act
  • SOPA — the Stop Online Piracy Act

Muitos blogs já tem publicado ou estampado mensagens anti-PIPA/SOPA, mas agora o movimento pode ficar mais "impactante". O Reddit anunciou que vai bloquear o site por 12 horas em protesto contra esses projetos e Jimmy Wales defende que a Wikipédia faça o mesmo.

Se você concorda com os que defandem a Internet livre:

Bloqueie seu site ou blog no dia 18 de Janeiro por 12 horas.
de 13:00 até 01:00 UTC – ou seja – 10:00 até 22:00 Brasilia

January 13, 2012 04:33 PM

12/01/2012

Leonardo Couto Conrado

Script para atualizar periodicamente blacklists selecionadas do squidGuard



O script abaixo irá baixar os arquivos tar.gz de blacklist dos sites squidguard.mesd.k12.or.us e www.shallalist.de, após isso ele irá descompactar os arquivos e copiar as pastas de blacklists, que estejam listados por você nos arquivos bls_mesd.txt e bls_shalla.txt, para o diretório de blacklists do squidGuard, após isso mudará o dono dos diretórios de blacklists do squidGuard para o usuário squid e por ultimo ele irá recompilar as blacklists transformando-as em arquivo de banco de dados para o squidGuard. O conteúdo da pasta utlizada para baixar e descompactar os tar.gz será limpa no final do processo.

-> PARA AGENDAR A EXECUÇÃO DO SCRIPT UTILIZE O crontab. 


#!/bin/bash
############################################################### 
# Atualizando blacklists selecionadas para o squidGuard
# Por Leonardo Couto Conrado 
# Em 11/01/2012 
############################################################### 
# README:
# Crie o diretorio da variavel dirWork
# Crie o arquivo de log da variavel logUpBlackLists
# Crie o arquivo /usr/local/upblacklists/bls_mesd.txt ele deverá conter as blacklists desejadas da mesd squidguard.mesd.k12.or.us para serem copiadas para as blacklists do squidGuard
# Crie o arquivo /usr/local/upblacklists/bls_shalla.txt ele deverá conter as blacklists desejadas da shalla www.shallalist.de para serem copiadas para as blacklists do squidGuard

clockNow=$(date +%d.%m.%Y-%H:%M)
dirBlackListSquidGuard=/usr/local/squidGuard/db/blacklists/
dirWork=/usr/local/upblacklists/work/
dirUpBlackLists=/usr/local/upblacklists/
squidGuardCreateDBs="/usr/local/squidGuard/bin/squidGuard -C all"
 
urlListMesd=http://squidguard.mesd.k12.or.us/blacklists.tgz
urlListShalla=http://www.shallalist.de/Downloads/shallalist.tar.gz
fileTgzMesd=blacklists.tgz
fileTgzShalla=shallalist.tar.gz
fileBlacklistsMesd=blacklists/
fileBlacklistsShalla=BL/
 
logUpBlackLists=/var/log/updatebacklists.log
 
numBlsMesd=$(cat $dirUpBlackLists"bls_mesd.txt" | wc -l)
numBlsShalla=$(cat $dirUpBlackLists"bls_shalla.txt" | wc -l)
 
counter=1
 
# INICIO
 
cd $dirWork
 
wget -c $urlListMesd
wget -c $urlListShalla
 
if [ $? = 0 ]; then
        tar -xzf $dirWork$fileTgzMesd
        tar -xzf $dirWork$fileTgzShalla
 
        cd $dirWork$fileBlacklistsMesd
              echo $clockNow  " - ANDAMENTO COPIA DAS BLS DA MESD: " >> $logUpBlackLists
                while [ $counter -le $numBlsMesd ]; do
                        blMesd=$(cat $dirUpBlackLists"bls_mesd.txt" | awk -v VAR=$counter 'NR == VAR {print $0}')
                        /bin/cp -fv $dirWork$fileBlacklistsMesd$blMesd/domains $dirBlackListSquidGuard$blMesd >> $logUpBlackLists
                        /bin/cp -fv $dirWork$fileBlacklistsMesd$blMesd/urls $dirBlackListSquidGuard$blMesd >> $logUpBlackLists
                        let counter=counter+1
                done
       counter=1
 
        cd $dirWork$fileBlacklistsShalla
                echo $clockNow  " - ANDAMENTO COPIA DAS BLS DA SHALA: " >> $logUpBlackLists
                while [ $counter -le $numBlsShalla ]; do
                        blShalla=$(cat $dirUpBlackLists"bls_shalla.txt" | awk -v VAR=$counter 'NR == VAR {print $0}')
                        /bin/cp -fv $dirWork$fileBlacklistsShalla$blShalla/domains $dirBlackListSquidGuard$blShalla >> $logUpBlackLists
                        /bin/cp -fv $dirWork$fileBlacklistsShalla$blShalla/urls $dirBlackListSquidGuard$blShalla >> $logUpBlackLists
                        let counter=counter+1
                done
      
       echo $clockNow  " - ANDAMENTO DAS PERMISSOES PARA SQUID NAS BLS DO SQUIDGUARD: " >> $logUpBlackLists
        chown squid -R -v $dirBlackListSquidGuard >> $logUpBlackLists
      
       echo $clockNow  " - RECOMPILANDO AS DBS DO SQUIDGUARD: " >> $logUpBlackLists
       echo `$squidGuardCreateDBs` >> $logUpBlackLists
 
       echo $clockNow  " - LIMPANDO DIRETORIO WORKS: " >> $logUpBlackLists
        cd $dirWork && rm -rf ./
else
   echo $clockNow ' - FALHOU DOWNLOAD DE UMA DAS BLS: ' >> $logUpBlackLists
 
fi
 
exit 0
 



January 12, 2012 01:17 AM

10/01/2012

Leonardo Couto Conrado

Sessão Fix BUG




BUG: NFS mount: failed, reason given by server: Permission denied
Versão NFS utilizada: nfs-utils-1.0.9-50.el5 e nfs-utils-lib-1.0.8-7.6.el5
Sistema utilizado: Red Hat Enterprise Linux Server release 5.3 Beta (Tikanga)

SINTOMA: 

Ao tentar mapear um diretório remoto via NFS no cliente aonde o mesmo possui as devidas permissões para acesso ao diretório no server é apresentada uma mensagem de erro informando:

mount: failed, reason given by server: Permission denied.


PROBLEMA:


Durante a inicialização do cliente o filesystem  que controla o NFSD  não é montado.


SOLUÇÃO:


É necessário montar manualmente o filesystem especial nfsd.

Adicione no arquivo /etc/fstab:

# vi /etc/fstab


#########################################

# FIX - BUG 692968 PERMISSION DENIED NFS

#########################################

none                    /proc/fs/nfsd   nfsd     defaults 0 0


Reler o arquivo /etc/fstab

# mount -a

Agora tente mapear novamente o diretório remoto.

REFERÊNCIA:


https://bugzilla.redhat.com/show_bug.cgi?id=264661
http://juljas.net/lpt/post/nfs-permission-denied#comment-118

January 10, 2012 12:28 PM

09/01/2012

Antonio Terceiro

Life after exec()

From the “not necessarily big news, but still useful” department.

The situation: for Very Good Reasons™1, you want to replace your current process by calling exec(), but you still want to have the chance to do something after the process you exec()ed finishes.

This is a simple technique I just came up with: just before replacing the current process by calling exec(), you fork() a process in the background that will wait for the current process id to disappear from the process list, and then does whatever you want to do.

A simple proof-of-concept I wrote is composed of two bash programs: wrapper and real.

real is really simple: it just waits a few seconds and then prints its process id to the console:
#!/bin/bash

sleep 5
echo $BASHPID
wrapper is the program that handles the situation we want to exercise: it replaces itself with real, but still has the chance to do something after real finishes. In this case, wrapper notifies the user that real finished.
#!/bin/bash

echo $BASHPID
real_program_pid=$BASHPID
(
  while ps -p "$real_program_pid" >/dev/null; do
    sleep 0.1s
  done
  notify-send 'real program finished'
) &
exec ./real

One nice property that wrapper explores is that when exec() starts real, it really replaces wrapper, and therefore has the same process id (in this case accessible by bash in the $BASHPID variable). Because of this, the background process that wrapper starts just before the exec() call already knows which process it has to watch for.

The actual code for waiting is not optimal, though. I cannot use waitpid() (the wait builtin in bash), since real is not a child process of wrapper. I went with a brute force approach here, and I am pretty sure there is a cheaper way to wait for a random PID without a busy loop (but that wasn’t the point here).

1 update: I am aware of the classic fork()/exec() pattern. My Very Good Reasons™ include the fact that I can’t control the flow: I am writing a plugin for a program that calls its plugins in sequence, and after that, calls exec(), but my plugin is interested in doing some work after exec() finishes.

January 09, 2012 12:43 PM

07/01/2012

Leonardo Couto Conrado

Instalando NRPE no SlackWare


Utilizado os seguintes pacotes do NRPE e Nagios Plugins para serem instalados no Slackware 13.37.0 Kernel 2.6.37.6-smp:

nagios-plugins-1.4.15 http://www.nagios.org/download/plugins
nrpe-2.13 http://sourceforge.net/projects/nagios/files/

Vamos para a instalação:

Descompactando, ajustando, compilando e instalando o nagios plugins:
# tar -xzf nagios-plugins-1.4.15.tar.gz

# cd nagios-plugins-1.4.15>

# ./configure --prefix=/usr/local/nagios

# make

# make install


Descompactando, ajustando, compilando e instalando o NRPE:
# tar -xzf nrpe-2.13.tar.gz

# cd nrpe-2.13/

# ./configure

# make all

# make install



Adicione manualmente o user e group nagios, caso a instalação não tenha criados:
# adduser nagios

# groupadd nagios

# usermod -G nagios nagios



Permissão de proprietário e grupo proprietário nagios no diretório abaixo:
#chown nagios.nagios /usr/local/nagios


Finalizando a instalação do pacote NRPE:
# make install-plugin

# make install-daemon

# make install-daemon-config 



Permissão de proprietário e grupo proprietário nagios no diretório abaixo:
# chown -R nagios.nagios /usr/local/nagios/libexec


# vi /etc/services

nrpe 5666/tcp # NRPE


Adicionando o daemon NRPE para ser controlado pelo inetd (tcp wrapper) do Linux:
# vi /etc/inetd.conf

nrpe    stream  tcp     nowait  nagios /usr/sbin/tcpd /usr/local/nagios/bin/nrpe -c /usr/local/nagios/etc/nrpe.cfg -i


Editar /usr/local/nagios/etc/nrpe.cfg e dar as permissões de quem pode se conectar a esse host:
EXEMPLO:
# vi /usr/local/nagios/etc/nrpe.cfg

allowed_hosts=127.0.0.1,192.168.9.144,192.168.1.69


Especificar também os serviços serão checados na máquina local:
EXEMPLO:
# vi /usr/local/nagios/etc/nrpe.cfg




command[check_proc_qmail_supervise_pop3d]=/usr/local/nagios/libexec/check_procs -w 1:1 -c 1:1 -a "supervise qmail-pop3d"

command[check_proc_qmail_supervise_smtpd]=/usr/local/nagios/libexec/check_procs -w 1:1 -c 1:1 -a "supervise qmail-smtpd"

command[check_proc_qmail_supervise_imapd]=/usr/local/nagios/libexec/check_procs -w 1:1 -c 1:1 -a "supervise qmail-imapd"

command[check_proc_qmail_supervise_qmqpd]=/usr/local/nagios/libexec/check_procs -w 1:1 -c 1:1 -a "supervise qmail-qmqpd"

command[check_proc_qmail_supervise_send]=/usr/local/nagios/libexec/check_procs -w 1:1 -c 1:1 -a "supervise qmail-send"



A maioria dos checks feitos na máquina local exigem privilégios de root, como o daemon NRPE é inicializado com o usuário nagios muitos checks terão saídas negadas pelo SO então utilizar o sudo como  solução de contorno liberando o usuários nagios a executar comandos especificados como root. Para isso:

1 - Editar /usr/local/nagios/etc/nrpe.cfg e tirar o comentário da seguinte linha no arquivo, habilitando o uso do sudo pelo NRPE:
# vi /usr/local/nagios/etc/nrpe.cfg
command_prefix=/usr/bin/sudo

2 - Editar /etc/sudores e colocar os comandos que serão executados pelo usuário nagios como se fossem o root executando-os :
# vi  /etc/sudores
# Nagios
nagios ALL=(ALL) NOPASSWD: /usr/local/nagios/libexec/check_qmail_queue
nagios ALL=(ALL) NOPASSWD: /usr/local/nagios/libexec/check_procs
nagios ALL=(ALL) NOPASSWD: /usr/local/nagios/libexec/check_users
nagios ALL=(ALL) NOPASSWD: /usr/local/nagios/libexec/check_load
nagios ALL=(ALL) NOPASSWD: /usr/local/nagios/libexec/check_disk
nagios ALL=(ALL) NOPASSWD: /usr/local/nagios/libexec/check_swap
nagios ALL=(ALL) NOPASSWD: /usr/local/nagios/libexec/check_mem.pl

Reiniciei o NRPE, para isso execute um restart no daemon inetd que controla o daemon do NRPE:
# /etc/rc.d/rc.inetd restart

NO SERVDIDOR DO NAGIOS TESTE A COMUNICAÇÂO COM O HOST REMOTO:

# /usr/lib64/nagios/plugins/check_nrpe -H 192.168.65.100


PARA HABILITAR E VISUALIZAR O DEBUG DO NRPE  UTILIZE O HOW TO ABAIXO:

Editar /usr/local/nagios/etc/nrpe.cfg
# vi  /usr/local/nagios/etc/nrpe.cfg
debug=1


Editar /etc/syslog.conf
# vi /etc/syslog.conf
####################
# LOG PARA O NRPE
####################
daemon.debug                                            /var/log/nrpe

Reiniciei o NRPE:
# /etc/rc.d/rc.inetd restart

Reload do syslog:
# killall -HUP syslogd

January 07, 2012 01:48 PM

06/01/2012

Wille Marcel

OpenStreetMap na revista Tema

Matéria sobre OpenStreetMap na Revista Tema

Em outubro, após a palestra na Latinoware, eu e Djavan Fagundes fomos entrevistados pela jornalista Loyanne Salles, a qual se interessou em fazer uma matéria sobre o OpenStreetMap para a revista Tema.

A matéria foi publicada na edição de dezembro/2011 e ficou muito interessante. Veja a matéria ou acesse a edição completa da revista.

A revista Tema é uma publicação do Serpro, a empresa de TI do governo federal.

January 06, 2012 04:14 AM

23/12/2011

JavaBahia

Refatorando a jvm com o Cleanup day




O Cleanup day é um esforço muito legal da comunidade mundial do java fez para acabar com os avisos na compilação do openjdk, foi iniciado no dia 1 de dezembro de 2011 e tende a acabar no final do ano ou seja, ano novo com java novo e limpinho :)
Existem vários avisos durante a compilação no entanto a maioria deles estão escondidos em arquivos de log. Uma boa dica é adicionar na compilação o javac -Xlint ClasseJava.java para poder ver, em alguns casos e a depender do número de código poderá existir cerca de 10 mil avisos emitidos pelo javac durante a construção.




O javac historicamente não emitia muito avisos. Um certo número de advertências foram por causa da especificação da linguagem Java, mas mesmo eram poucos. No JDK 5, o javac foi modificado para fornecer avisos adicionais.
Além disso, a linguagem de programação Java evoluiu, tornando obsoleto alguma parte do código. Isto ocorreu, por exemplo, quando lançou o JDK 5, com a adição dos generics os código que não tinha sido atualizado ao usar os generics contém diversos "raw type" e "unchecked" como mensagens de aviso durante a compilação. Ainda há um monte de código antigo no JDK (aprendi nesse processo um pouco de história da jvm e o tal do CORBA). De fato, estas duas mensagens de alerta são as principais mensagens de aviso que ocorrem em compilações do JDK.
A maioria desse alertas são, ruído ou sujeira e não representam problemas, no entanto, nos livrando de toda essa sujeira fica mais fácil de ver bugs.
Este é um esforço colaborativo entre os membros da comunidade OpenJDK  para limpar os avisos. Para este primeiro evento, se está focando em avisos de javac emitidos durante a construção do repositório jdk. A ideia é derrubar o maior número possível.

Com isso mostra que o java está em constante movimento além de utilizar técnicas atuais como a refatoração decódigo. Outra coisa muito legal é que o código do JDK 7 tem sonar. Esse certamente é uma das várias outras melhorias que haverá dentro da jvm e que faz o java mover para a frente.






December 23, 2011 09:40 AM

21/12/2011

Wille Marcel

Como copiar vídeos de qualquer site e em qualquer formato para o seu computador

Há muito tempo, postei aqui no blog uma forma bem fácil de copiar vídeos do youtube no GNU/Linux. Bastava esperar o vídeo carregar no navegador e ir lá no /tmp/ e copiar o arquivo pra outra pasta. Eu usava bastante isso. Porém com uma mudança no plugin do Adobe Flash e com o uso de HTML5 no You Tube, essa técnica passou a não funcionar mais.

Há uns meses, Liquuid postou em seu blog como copiar vídeos carregados com o novo plugin Flash, porém descobri uma forma mais fácil e rápida e que funciona também com vídeos em sites que já estão utilizando HTML5.

Primeiro espere o vídeo ser carregado totalmente no Firefox (creio que essas instruções funcionam em outros navegadores também, desde que rodando no GNU/Linux). Quando finalizar o carregamento, execute o comando:

ps aux | grep firefox

O resultado será algo parecido com isso:

wille     1366  9.7 17.9 1511896 547344 ?      Sl   17:42  13:17 firefox
wille     1444  3.8  2.9 592744 90248 ?        Sl   17:42   5:16 /usr/lib/firefox/plugin-container /usr/lib/mozilla/plugins/libflashplayer.so -greomni /usr/lib/firefox/omni.jar 1366 plugin
wille     2648  0.0  0.0   8576  1016 pts/0    S+   19:58   0:00 grep firefox

Preste atenção nos números em negrito. São os números de processo do firefox e do plugin flashplayer, respectivamente.  Daí, basta abrir o diretório /proc/1366/fd/ ou o /proc/1444/fd/ no Gerenciador de Arquivos e, pelo ícone do arquivo, é possível identificar qual é o arquivo do vídeo que está carregado no Firefox. Uma dica: se o vídeo foi carregado com HTML5, geralmente ele está no diretório do processo do firefox, se foi carregado com flashplayer, tá no outro.

nautilus abrindo o diretório citado acima

Porém, não dá pra usar o Nautilus para copiar, pois esse arquivo que aparece na tela é apenas um link para um outro arquivo que já foi deletado, assim utilize o terminal para fazer a cópia (quem não sabe copiar pelo terminal, estude o comando cp).

É bom lembrar que esse tutorial é válido para qualquer site de vídeo, não apenas o You Tube.

December 21, 2011 11:07 PM

08/12/2011

Mônica Paz

Simpósio sobre Interatividade nos Sistemas Computacionais Livres na UFBA

Acontece nos dias 9, 10 e 11 de dezembro o ISCL2011 - II Simpósio Interatividade nos Sistemas Computacionais Livres da UFBA, no PAF IV, campus de Ondina, Salvador-BA.

O ISCL2011 contará com a participação de pesquisadores da UFBA e da UNIFACS envolvidos com a questão do software, da robótica e da arte livres. A programação é composto de oficinas,  performance audiovisual, minicursos e palestras. Destaque para a participação do LabDebug e suas atividades relacionadas à mulher e tecnologia.

As incrições podem ser feitas no site do simpósio e estão atreladas á doação de 1Kg de alimento não-perecívelentregue no local. Para mais informações visite iscl2011.wordpress.com.

 

December 08, 2011 07:30 PM

29/11/2011

JavaBahia

Coding dojo java 7

duke.jpg


Depois de aproximadamente 5 anos de espera finamente chega a nova versão do jdk, o jdk 7. Nessa versão trouxeram algumas novidades para facilitar ainda mais o desenvolvimento da linguagem que hoje é a mais popular do mundo.

Dia: 3 de dezembro, sábado
horário: 10:00
local: Ruy Barbosa, sala 202B
inscrições: http://www.jugevents.org/jugevents/event/show.html?id=42939
Entrada: Gratuíta
programação:


JavaBahia-NovaLogo.pngJUG_Button.giflogo.png


November 29, 2011 10:33 AM

26/11/2011

Mônica Paz

I Encontro Baiano pelo Fim da Violência Contra Mulheres

Acabo de receber o email de divulgação do I Encontro Baiano pelo Fim da Violência Contra Mulheres e achei bem interessante.

A questão da representação da mulher nos pagodes baianos tem gerado muita polêmica em Salvador. Primeiro, porque as letras dessas músicas são, as vezes, inacreditáveis e, segundo, por conta da contovérsia que a Lei Antibaixaria colocou em discussão. No geral, acho correto que dinheiro público não seja investido em ações que aumentem ou estimulem o preconceito, a dicriminação e a violência. E se a TVBA acha lindo incentivar a veiculação dessas letras medonhas no horário de almoço, sinal de que temos que ficar de olho aberto para as "forças" ai envolvidas.

Vejam o conteúdo do email com grifos meus:

I Encontro Baiano pelo
Fim da Violência Contra Mulheres

Data : 6 de dezembro de 2011
Horário:  9 – 17 hs  (Inscrições no local)
Local:  Pavilhão Raul Seixas da FFCH/UFBA
            Estrada de São Lázaro, 187 – Federação

Promoção: OBSERVE/NEIM/UFBA

Programação:

Manhã:
Mesa Redonda: A Violência Simbólica de Gênero e a Lei Antibaixaria na
Bahia em Debate
Participantes: Dep. Luiza Maia,  Profa. Cecilia Sardenberg

Tarde:
Oficina I : Clebemilton Nascimento (coord.) – A representação das
Mulheres no Pagode
Oficina II: Sandra Munhoz (coord.) – A Marcha das Vadias

November 26, 2011 03:55 PM

16/11/2011

Mônica Paz

Ética na Pesquisa - diretrizes do CNPq

Tem uma piadinha leviana que sempre rola na internet que diz que "roubar de uma pessoa é plágio, roubar de várias é pesquisa". Se você acredita e pratica isso, cuidado para que o escândalo não bata a sua porta. A pesquisa científica requer uma ética e a questão das referências são muito importantes, além, é claro, que a contribuição do autor deve ser expressa de maneira legítima.

Recentemente, o CNPq publicou as diretrizes da pesquisa ética da Comissão de Integridade de Pesquisa dessa agência de pesquisa científica e tecnologica, que são mostradas a seguir:

Diretrizes

1: O autor deve sempre dar crédito a todas as fontes que fundamentam diretamente seu trabalho.

2: Toda citação in verbis de outro autor deve ser colocada entre aspas.

3: Quando se resume um texto alheio, o autor deve procurar reproduzir o significado exato das ideias ou fatos apresentados pelo autor original, que deve ser citado.

4: Quando em dúvida se um conceito ou fato é de conhecimento comum, não se deve deixar de fazer as citações adequadas.

5: Quando se submete um manuscrito para publicação contendo informações, conclusões ou dados que já foram disseminados de forma significativa (p.ex. apresentado em conferência, divulgado na internet), o autor deve indicar claramente aos editores e leitores a existência da divulgação prévia da informação.

6: se os resultados de um estudo único complexo podem ser apresentados como um todo coesivo, não é considerado ético que eles sejam fragmentados em manuscritos individuais.

7: Para evitar qualquer caracterização de autoplágio, o uso de textos e trabalhos anteriores do próprio autor deve ser assinalado, com as devidas referências e citações.

8: O autor deve assegurar-se da correção de cada citação e que cada citação na bibliografia corresponda a uma citação no texto do manuscrito. O autor deve dar crédito também aos autores que primeiro relataram a observação ou ideia que está sendo apresentada.

9: Quando estiver descrevendo o trabalho de outros, o autor não deve confiar em resumo secundário desse trabalho, o que pode levar a uma descrição falha do trabalho citado. Sempre que possível consultar a literatura original.

10: Se um autor tiver necessidade de citar uma fonte secundária (p.ex. uma revisão) para descrever o conteúdo de uma fonte primária (p. ex. um artigo empírico de um periódico), ele deve certificar-se da sua correção e sempre indicar a fonte original da informação que está sendo relatada.

11: A inclusão intencional de referências de relevância questionável com a finalidade de manipular fatores de impacto ou aumentar a probabilidade de aceitação do manuscrito é prática eticamente inaceitável.

12: Quando for necessário utilizar informações de outra fonte, o autor deve escrever de tal modo que fique claro aos leitores quais ideias são suas e quais são oriundas das fontes consultadas.

13: O autor tem a responsabilidade ética de relatar evidências que contrariem seu ponto de vista, sempre que existirem. Ademais, as evidências usadas em apoio a suas posições devem ser metodologicamente sólidas. Quando for necessário recorrer a estudos que apresentem deficiências metodológicas, estatísticas ou outras, tais defeitos devem ser claramente apontados aos leitores.

14: O autor tem a obrigação ética de relatar todos os aspectos do estudo que possam ser importantes para a reprodutibilidade independente de sua pesquisa.

15: Qualquer alteração dos resultados iniciais obtidos, como a eliminação de discrepâncias ou o uso de métodos estatísticos alternativos, deve ser claramente descrita junto com uma justificativa racional para o emprego de tais procedimentos.

16: A inclusão de autores no manuscrito deve ser discutida antes de começar a colaboração e deve se fundamentar em orientações já estabelecidas, tais como as do International Committee of Medical Journal Editors.

17: Somente as pessoas que emprestaram contribuição significativa ao trabalho merecem autoria em um manuscrito. Por contribuição significativa entende-se realização de experimentos, participação na elaboração do planejamento experimental, análise de resultados ou elaboração do corpo do manuscrito. Empréstimo de equipamentos, obtenção de financiamento ou supervisão geral, por si só não justificam a inclusão de novos autores, que devem ser objeto de agradecimento.

18: A colaboração entre docentes e estudantes deve seguir os mesmos critérios. Os supervisores devem cuidar para que não se incluam na autoria estudantes com pequena ou nenhuma contribuição nem excluir aqueles que efetivamente participaram do trabalho. Autoria fantasma em Ciência é eticamente inaceitável.

19: Todos os autores de um trabalho são responsáveis pela veracidade e idoneidade do trabalho, cabendo ao primeiro autor e ao autor correspondente responsabilidade integral, e aos demais autores responsabilidade pelas suas contribuições individuais.

20: Os autores devem ser capazes de descrever, quando solicitados, a sua contribuição pessoal ao trabalho.

21: Todo trabalho de pesquisa deve ser conduzido dentro de padrões éticos na sua execução, seja com animais ou com seres humanos.

November 16, 2011 04:09 AM

05/11/2011

Mônica Paz

ACTA 2011 - Semana de Arte, Cultura, Ciência e Tecnologia da UFBA

A ACTA 2011 - Semana de Arte, Cultura, Ciência e Tecnologia da UFBA ocontece de 7 a 11 de novembro para apresentar à população baiana as diversas formas de produção de conhecimento da universidade, através da sua produção científica, cultural e artística.

O evento tem um aspecto multidisciplinar e reune diversos eventos na sua programação, com destaque para o XXX SEMEP - XXX Seminário Estudantil de Pesquisa e o X SEMPPG - X Seminário de Pesquisa e Pós-Graduação, além de outros seminários, oficinas, cursos e palestras.

O evento foi idealizado pelo Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão (CONSEPE) da UFBA e pretende reunir professores, discentes e técnicos administrativos.

Eu apresentarei um trabalho que venho desenvolvendo sobre a comunidade software livre com o enfoque da Teoria Ator-Rede de Bruno Latour no X SEMPPG, na quarta a tarde. Mas em breve, espero apresentar uma publicação mais elaborada a este respeito.

Para mais informações, acesse o site http://www.acta.ufba.br/.

November 05, 2011 04:55 PM

28/10/2011

JavaBahia

10 anos do Eclipse e CloudCamp

Untitled Document




INSCRIÇÕES AQUI


October 28, 2011 06:48 PM

10 anos do Eclilpse



eclipse.png
Neste mês de novembro a Eclipse Fundation estará promovendo uma comemoração dos 10 anos do Eclipse, umas das mais famosas IDEs em todo mundo, principalmente quando o assunto é o desenvolvimento na plataforma java. Este evento estará acontecendo em diversos locais do mundo inclusive aqui no Brasil. Na Bahia o grupo javaBahia estará promovendo esse evento no dia 12 de novembro.

Programação

8:30 Abertura
9:00 Título: Eclipse, 10 anos em movimento
Descrição: Um breve histórico de uma das mais famosas IDEs no mercado, apresentando sua última iteração, o Indigo, além de passar por sua próxima versão em desenvolvimento, de codenome Juno, contemplando as mudanças na plataforma e o que está por vir.
10:00 Título: criando aplicações móveis no eclipse
Descrição: no mercado atual o desenvolvimento para dispositivos móveis está ganhando cada vez mais importância, conhecer ferramentas que tornarão esse desenvolvimento mais rápido é totalmente indispensável.
11:00 Título: Desenvolvimento web com Eclipse
Descrição: conheça um pouco mais sobre algumas ferramentas (JboosTools, Seam) que tornarão ainda mais fácil o desenvolvimento na web com o Eclipse.
Palestrantes

Marlon Silva Carvalho
Marlon Silva Carvalho (marlon.carvalho@gmail.com) é desenvolvedor Java de longa data. Tem a programação poliglota como hobby predileto, a música como motivadora, a família como referência e trabalha na equipe de desenvolvimento do framework Demoiselle, no Serpro. Seus olhos estão atualmente focados nas tecnologias Vaadin e Android. Para conhecê-lo um pouco mais, acesse seu blog em marlon.silvacarvalho.net.

Cleverson Sacramento
Cleverson Sacramento de Oliveira, mais conhecido como ZyC, é mestre em Sistemas e Computação, MBA Executivo em Sistemas de Informação. Atua no mercado de Desenvolvimento de Software há mais de 10 anos. Atua no SERPRO como pesquisador e integrante da equipe do projeto open source Demoiselle do Governo Federal.

Bruno Costa
Bruno Costa, atua na área de tecnologia há 7 anos, com foco na plataforma Java, tempo no qual se certificou como SCJA, SCJP, SCWCD e SCBCD. Se interessa também por métodos ágeis, principalmente Scrum, no qual também é certificado CSM.


Organização:

javabahiaPuro-002.pnglogogrupo.pngBrasao.JPG


October 28, 2011 04:06 PM

26/10/2011

Live Blue News

KDE comemora seus 15 anos no Latinoware 2011

Latinoware 2011

No último dia 14 de Outubro o KDE completou 15 anos de muito trabalho, inovação e diversão é claro ! O KDE Brasil aproveitou a 8a. Edição da Conferência Latino-Americana de Software Livre (Latinoware 2011) para realizar uma grande festa ! Este ano, mais do que nunca, tivemos um stand super bacana: banner dos 15 anos do KDE, TV para demonstrar as feature mais legais do KDE e passar vídeos bacanas, diversos “apetrechos” do KDE: camisas, pins, adesivos, cartões postais, etc. O IV Fórum KDE Brasil – Edição Latino-Americana trouxe para o Latinoware uma série de palestras e mini-cursos sobre as tecnologias Qt e KDE.

Banner comemorativo dos 15 anos do KDE

Nosso stand

KDE swags

Nosso amigo Juan do KDE-Argentina

Na quarta-feira, dia 19, tivemos o mini-curso “Desenvolvendo Aplicações Mobile com Qt 4.8″, ministrado por Sandro Andrade e Luis Paulo Torres. No mini-curso foram apresentados os principais recursos do Qt Mobility 1.2 que promovem o desenvolvimento cross-platform de aplicações para o Symbian, Maemo, Meego e também Android e iOS. Laboratórios práticos de acesso aos diversos sensores (acelerômetro, orientação, etc), dados de contatos e integração com GPS foram realizados. A participação do público foi excelente: 20 participantes (sala lotada) e mais alguns de pé.

Mini-Curso ”Desenvolvendo Aplicações Mobile com Qt 4.8″

Também na quarta-feira Filipe Saraiva apresentou a palestra “KDE-Edu: a visão KDE dos softwares aducacionais”, onde os aplicativos educationais e tendências futuras do KDE na educação foram apresentados.

Palestra “KDE-Edu: a visão KDE dos softwares aducacionais” com Filipe Saraiva

Ainda no primeiro dia o Open Source Rock Festival aqueceu os ânimos dos participantes.

Open Source Rock Festival

Participantes ilustres

O Latinoware 2011 trouxe uma interessante tecnologia (E-Take) para o favorecimento da redução do consumo de papel no evento. Cada participante recebeu, no momento do credenciamento, um pequeno dispositivo utilizado para solicitar material em meio digital previamente disponibilizado pelos stands. O participante aproximava o dispositivo de um receptor presente em cada stand e automaticamente o material era enviado para o seu e-mail.

Na sexta-feira, dia 21, ocorreu o Forum KDE propriamente dito com a palestra de abertura “15 anos de KDE: o que construimos ? para onde iremos ?”, apresentada por Aracele Torres. Na apresentação, revisitamos toda a trajetória do KDE ao longo deste período, destacando as grandes conquistas e os projetos mais desafiadores.

Palestra “15 anos do KDE: o que construimos ? para onde iremos ?”

Logo em seguida a palestra “KDE Frameworks 5: o que você ganha com isso ?” ministrada por Sandro Andrade, apresentou as facilidades atualmente disponibilizadas pelo KDE Platform 4 e as modificações previstas na próxima liberação major das tecnologias KDE. APIs para multimídia (via Phonon), I/O síncrono e assíncrono, local ou remoto (KIO), controle de GUIs via XML (KXMLGUI), obtenção e upload de artefatos na web (Get Hot New Stuff), utilização de plugins e KParts foram demonstrados através de códigos exemplo. Aspectos sobre modularização e definição explícitas de dependências na futura versão da plataforma (KDE Frameworks 5) foram também ilustrados. Uma das metas é favorecer ainda mais a execução de aplicações KDE no mais amplo espectro de dispositivos.

Palestra “KDE Frameworks 5: o que você ganha com isso ?”

Dando continuidade ao IV Fórum KDE Brasil nosso amigo Juan Muguerza, do KDE Argentina, apresentou a palestra “Owncloud: cria a sua própria nuve com KDE”, onde a soluções opensource completa do KDE para computação na nuvem foi apresentada e discutida.

Palestra “Owncloud: cria a sua própria nuve com KDE”

Encerrando nossa participação no VIII Latinoware, a palestra “Plasma Active: o KDE chega ao seu tablet” ministrada por Sandro Andrade apresentou a recém-lançada versão do workspace Plasma totalmente dedicado aos tablets e outros dispositivos móveis. As principais facilidades para criação de activities e ligação de URLs e aplicações às activities presentes foram demonstradas. Versões mobile das aplicações KDE Kontact e Calligra trazem uma maior facilidade de utilização nos tablets e ratificam o Plasma como tecnologia bastante promissora e certamente presente em uma ampla faixa de dispositivos em um futuro próximo.

KDE Plasma Active em ação

Como não poderia faltar uma comemoração compatível com todas as conquistas do KDE não poderia deixar de estar presente :)

Antes

Depois :)

E até o próximo Latinoware

Update: ainda temos algum material do KDE disponível para venda (camisas, pins, cartões postais, adesivos, etc). Fotos abaixo, interessados devem contactar sandroandrade AT kde DOT org


October 26, 2011 02:17 PM

25/10/2011

Wille Marcel

Latinoware 2011

Na semana passada, participei pela primeira vez da Latinoware (Conferência Latino-Americana de Software Livre), creio que o segundo maior evento de Software Livre do Brasil. Gostei muito da Latinoware, por vários motivos… Apesar de não ter uma programação tão grande quanto a do FISL, por ser um evento menor, você consegue conversar com mais gente e se deslocar pelos espaços com mais calma. A programação foi bastante diversificada, com minicursos e palestras de diversas áreas. Também gostei da presença de participantes de vários países da América do Sul, como Bolívia, Colômbia, Peru, Paraguai e Argentina. Acho muito interessante que essa integração aconteça.

Além disso, apresentei uma palestra com Djavan Fagundes sobre o OpenStreetMap. Na apresentação, falamos da importância e potencial do OSM, de alguns projetos de mapeamento que temos e mostramos como começar a editar no OSM. Foram publicados dois posts sobre a palestra, um no site do evento e outro em um blog da Serpro. Também cedemos uma entrevista para a assessora de comunicação do Serpro que deve render uma matéria em breve na revista da empresa.

A apresentação de slides está disponível em: http://bayfiles.com/file/193B/cnTS31/mapeamento_OSM-1.2.pdf

October 25, 2011 12:31 AM

24/10/2011

Ataliba Neto

TOP10 dos Sites Mais Acessados Através do Squid

Estou adicionando ao nosso sistema de monitoramento mais uma opção, que é a listagem dos 10 sites mais acessados nos Centros Digitais de Cidadania.

Primeiramente você deve ter toda a estrutura do proxy em funcionamento (Squid + Iptables ou Squid + Firefox configurado pra sair pelo proxy). Em seguida execute o comando em Shell Script abaixo:

# cat /var/log/squid/access.log | egrep -i -v “(\.jpg|\.gif|\.png|\.swf|\.jpeg|\.js|\.css|\.ico|\?)” | awk ‘{print $7}’ | sort | cut -d’/’ -f 1,2,3 | uniq -c | sort -rn | head -10

Ao final do comando será apresentada a quantidade de acessos ao site juntamente com seu endereço, o resultado será parecido com este:

1338 http://downloads.berimbau.ba.gov.br
101 http://safebrowsing-cache.google.com
22 http://www.secti.ba.gov.br
20 http://mirrors.adnettelecom.ro
12 http://www.bahianoticias.com.br
12 http://vida.berimbau.ba.gov.br
7 http://www.atalibaneto.com.br
7 http://atalibaneto.wordpress.com
6 http://www.cidadaniadigital.ba.gov.br
3 http://platform.twitter.com

Feito!

O que esse comando faz?

1. Primeiro vamos varrer todo o log aonde fica armazenado os sites acessados pelos usuários.

# cat /var/log/squid/access.log

2. Em seguida vou filtrar as conexões excluindo os sites que não me interessa como; imagens, ícones, java, flash e etc. Só quero o site principal que o usuário acessou. (você pode aprimorar essa limpeza adicionando mais opções ao filtro)

egrep -i -v “(\.jpg|\.gif|\.png|\.swf|\.jpeg|\.js|\.css|\.ico|\?)”

3. Seleciono o endereço dos sites que estão na 7ª coluna e organizo os sites em ordem alfabética.

awk ‘{print $7}’ | sort

4. Pego apenas o endereço principal dos sites, para isso vou pegar tudo que existir até a 3ª /. Por exemplo se aparecer assim http://www.atalibaneto.com.br/asdhkshkashd___34734 será mostrado http://www.atalibaneto.com.br

cut -d’/’ -f 1,2,3

5. Realizo a contagem de sites repetidos e organizo em ordem decrescente .

uniq -c | sort -rn

6. Listo apenas os 10 primeiros sites acessados, se você quiser visualizar todos, remova o comando abaixo. Se deseja alterar a quantidade de sites apresentado na lista, altere o número 10 para o valor que desejar.

head -10

Os testes foram realizados no Debian Lenny e Squid versão 2.7.STABLE3-4.1lenny1.

Existe uma ferramenta chamada Sarg que cria diversos relatórios através do log do Squid, inclusive o TOP10. Não usei o Sarg porque preciso dessa lista em modo texto e o Sarg gera relatórios em HTML dentre outros motivos. Além do mais Shell Script é Shell Script, simples e eficiente. :)

Até breve!


October 24, 2011 06:49 PM

21/10/2011

Live Blue News

Qt Project está no ar !!!

Por: Lars Knoll

O Qt Project está no ar !

Estamos felizes em anunciar que o Qt Project foi oficialmente lançado. A partir de hoje, o desenvolvimento do Qt será governado como um projeto verdadeiramente open source.

A partir de hoje está disponível o qt-project.org – um site que centralizará todas as informações sobre o desenvolvimento do Qt, fornecendo a mesma infra-estrutura e processos para qualquer um que queira contribuir com o Qt.

Agora que estamos aqui, o que vem depois?

Se você está interessado em participar e se tornar parte da comunidade do Qt Project um bom lugar para começar é o site qt-project.org.
Este site fornece uma boa visão geral sobre como começar e como se tornar parte da comunidade e contribuir para o Qt.

Se você já tiver trabalhado com Qt, você provavelmente terá uma conta no Jira, nossa ferramenta de rastreamento de bugs. Esta conta é necessária para obter acesso ao local central onde todo o desenvolvimento acontece: codereview.qt-project.org.

Nosso servidor Gerrit codereview.qt-project.org vai funcionar como o local central para onde os patches são enviados e então revisados ​​e
testados. Todos que têm uma conta Jira pode enviar patches para codereview.

Patches podem ser revisados por qualquer um, e, finalmente, aceitas ou rejeitadas pelos Mantenedores. Você também vai notar que já temos
alguns não-Nokians como Aprovadores e Mantenedores. Gostaria de especialmente mencionar que Thiago, mantenedor de QtCore (biblioteca utilizada em todo o Qt), não está trabalhando para a Nokia. Isto é uma evidência mais tangível do que o Open Governance significa. Espero poder ver ainda mais não-Nokians se tornando Mantenedores no futuro.

Para obter detalhes sobre como contribuir, acesse www.qt-project.org. Por enquanto temos apenas algumas listas de discussão disponíveis em lists.qt-project.org, mas provavelmente isso mudará para acomodar listas mais especializadas à medida que avançamos. A lista mais importante é a lista de discussão geral de desenvolvimento development@qt-project.org. Note que a lista de discussão de desenvolvimento também é membro da lista de discussão de anúncios, assim você irá automaticamente receber as notificações de novas versões.

Continuamos a usar o Jira para rastreamento de bugs e de requisitos. A instalação atual no bugreports.qt.nokia.com será movido nas próximas semanas também para o Qt Project.

A Verdadeira Abertura

O Qt Project é um projeto verdadeiramente aberto. Estamos convidando a todos para participar e ajudar a fazer do Qt um produto melhor.

Todo o desenvolvimento acontecerá em um local central, com acesso para todos ao mesmo tempo. Não há mais um fluxo de código separado para os Nokias e para os “outros”. O que você vê é exatamente o que vemos. Discussões, decisões e roadmap tudo acontecerá na comunidade, pela comunidade e para a comunidade. Qualquer pessoa pode ser um colaborador, e até mesmo um Mantenedor se mostrar mérito para isso.

Converse conosco sobre o Open Governance no Qt Developer Days

Sessões sobre o Open Governance do Qt Project acontecerão no Qt Developer Days e eu também vou estar falando sobre isso durante a minha palestra. Se você está vindo para o evento você terá a oportunidade de aprender mais e se envolver na discussão. Se você está considerando vir ao Qt Dev Days esta discussão é uma das muitas boas razões para nos encontrarmos por lá !

Conclusões e agradecimentos

Estamos extremamente felizes em ver que este movimento finalmente agora aconteceu. Gostaria de aproveitar a oportunidade para agradecer a todas as pessoas que ajudaram a tornar isso possível. Muitas pessoas contribuíram, mas alguns devem ser especificamente mencionados: Thiago Macieira por dirigir os trabalhos iniciais sobre o Open Governance, Marius Storm-Olsen por assumir grande parte do trabalho, Cristy Hamley, por lidar com todas as questões legais e Olivia Puntanen pela gestão do projeto. Obrigado a todos.

Estamos ansiosos para começar um novo capítulo no desenvolvimento do Qt e animados para trabalhar com todos vocês no sentido de tornar Qt um produto ainda melhor.


October 21, 2011 07:58 PM

14/10/2011

Rafael Gomes

Horário de verão no Centos

Como muitos já sabem, infelizmente, a Bahia esse ano participará do horário de verão.

Como precavido que somos, não vamos deixar pra configurar nossos servidores depois da mudança de horário, correto?

Primeiro veja qual o seu timezone:

# cat /etc/sysconfig/clock

Update : No ubuntu é /etc/timezone (Valeu André Gondim)

O retorno é o nome da pasta e arquivo, tendo como exemplo o meu:

[root@condado /]# cat /etc/sysconfig/clock
ZONE=”America/Bahia”
UTC=false
ARC=false

Então entraremos na seguinte pasta

# cd /usr/share/zoneinfo/America/

Nessa pasta criaremos o arquivo abaixo:

# vi verao.2011.zic

Dentro desse arquivo coloque o seguinte conteúdo:

Rule America 2011 only – Oct 16 00:00 1 S
Rule America 2012 only – Feb 26 00:00 0 -

Zone America/Bahia -3:00 America BR%sT

Lembrando que a informação “America” e “Bahia” podem alternar a depender do seu timezone. Não esqueça disso!

Agora vamos aplicar a mudança no seu arquivo de timezone:

# zic verao.2011.zic

Que tal testar, pra constatar se está tudo correto?

# zdump -v America/Bahia | grep 201[12]

Obs: Novamente, Lembrando que a informação “America” e “Bahia” podem alternar a depender do seu timezone. Não esqueça disso!

Se tiver esse retorno abaixo, está ok:

America/Bahia Sun Oct 16 02:59:59 2011 UTC = Sat Oct 15 23:59:59 2011 BRT isdst=0 gmtoff=-10800
America/Bahia Sun Oct 16 03:00:00 2011 UTC = Sun Oct 16 01:00:00 2011 BRST isdst=1 gmtoff=-7200
America/Bahia Sun Feb 26 01:59:59 2012 UTC = Sat Feb 25 23:59:59 2012 BRST isdst=1 gmtoff=-7200
America/Bahia Sun Feb 26 02:00:00 2012 UTC = Sat Feb 25 23:00:00 2012 BRT isdst=0 gmtoff=-10800

Agora vamos aplicar no sistema a nova configuração.
Caso o seu arquivo /etc/localtime não seja um link simbólico, copie o arquivo com o comando abaixo:

# cp America/Bahia /etc/localtime

Pronto! Agora seu servidor está no horário de verão!

Fonte : Centos-pt-br

October 14, 2011 01:28 PM

11/10/2011

Gabriel "Pnordico" Menezes

GNU? Linux? Hã? – Parte 01 – Projeto GNU

Originalmente publicado em: http://comunidade-linux-brasil.info/content/view/154/1/

Hoje daremos início a uma série de textos que tratam sobre a história do passado, do presente e do futuro do software livre e do sistema operacional GNU/Linux. O objetivo destes textos é trazer para o nosso idioma fatos importantes da história deste grande universo que é a computação, ainda que o idioma não seja a maior das barreiras a ser ultrapassada. Com isso buscamos evitar que sejam proferidas falácias e inverdades como, por exemplo, “software livre é coisa de comunista” ou “o linux é um sistema operacional desenvolvido por Linus Torvalds em 1991″, entre muitas outras.

GNU

O primeiro post desta série conta a história do Projeto GNU, que trouxe à vida o sistema operacional GNU/Linux, e sua relação com o a definição do “software livre” e a criação da Free Software Foundation. (Clique em “Continue Lendo”)

O Projeto GNU
Tudo começa a partir do desejo “teimoso” da comunidade hacker1 do laboratório de inteligência artificial do MIT (Massachusetts Institute of Technology) de agregar funcionalidades (trazer melhorias) a alguns dos programas por eles utilizados e da própria natureza desse laboratório em compartilhar, ainda que informalmente, os códigos de suas próprias aplicações, buscando sempre um modelo de desenvolvimento colaborativo em uma comunidade fundamentada na cooperação.

Com o passar do tempo e a dissolução dessa comunidade na década de 80, um dos hackers decide buscar maneiras de reestabelecer uma comunidade nos mesmos moldes, buscando as formas pelas quais um programador poderia praticar o bem, questionando-se: Que tipo de software poderia ser criado de modo a tornar essa comunidade possível?

A resposta foi clara: um sistema operacional – software crucial para começar a utilizar computadores. Com um sistema operacional é possível fazer muito; sem um, pouca coisa pode ser feita.

O responsável por esse questionamento e por sua resposta foi o hacker Richard Matthew Stallman, que julgou-se capaz e aceitou o próprio desafio, tendo em consciência que seu sistema operacional seria compatível com o UNIX, de modo que fosse portável e de fácil migração, batizando-o então de “GNU”, um acrônimo recursivo2 que significa “GNU is Not Unix” (“GNU não é Unix”). Stallman também sabia que um sistema operacional não é apenas um punhado de código porcamente capaz de rodar algumas aplicações, pois na época um sistema operacional que se prezasse incluia comandos de processador, assemblers, compiladores, interpretadores, debug, editor de texto e muito mais, todos os sistemas operacionais da época possuiam isso, o UNIX possuia isso e o GNU também deveria possuir.

1 O termo hacker remete a indivíduos dedicados às mais variadas atividades como desenvolver software ou com gosto por piadas e jogos de esperteza. A atribuição do termo hacker exclusivamente a indivíduos dedicados a “quebrar a segurança” de sistemas é uma deturpação causada pela desinformação das mídias de massa.

2 “acrónimo (acro- + -ónimo) s. m. Ling. Palavra formada com as letras ou sílabas iniciais de uma sequência de palavras, pronunciada sem soletração”. É dito recursivo quando o próprio acrônimo é referenciado em sua expressão.

O Software Livre
Ainda na década de 70, no laboratório do MIT, ainda que o termo “software livre” não existisse, era dessa forma que os programas eram desenvolvidos e distribuidos. Pessoas de outras universidades ou companhias que desejassem portar e utilizar algum programa, possuiam a permissão para fazê-lo. Se alguém estivesse algum programa diferente e interessante, era possível pedir para ver o código fonte, estudar, modificar, utilizar ou até mesmo usar suas partes para compor um programa novo. Isso não era possível nos grandes sistemas operacionais da época, alguns, inclusive, demandavam a assinatura de um acordo de confidencialidade até para a obtenção de uma cópia executável.

Atualmente o termo “software livre”, do inglês “free software” é comumente confundido com “software grátis” – o que nem sempre é verdade. O software livre está relacionado à sua liberdade e não ao seu preço, por isso é comum neste universo ler/ouvir as expressões “It’s about freedom” ou “free as in freedom”, indicando que o termo free está utilizado no sentido de “livre” e não necessariamente “grátis” devido a ambiguidade do termo free do inglês.

Enfim, o programa é considerado software livre se respeitar o seguinte:

A liberdade de executar o programa para qualquer propósito;
A liberdade de modificar o programa de acordo com suas necessidades;
A liberdade de redistribuir cópias, gratuitamente ou não;
A liberdade de redistribuir as versões modificadas do programa, de modo que a comunidade possa usufruir de suas melhorias.

O Sistema Operacional GNU

O desenvolvimento de um sistema operacional é uma árdua tarefa e um grande projeto. De modo a torná-lo possível, sendo também software livre, foram utilizados partes de outros softwares livres para compor esse sistema operacional, como o TeX para formatador de textos; posteriormente o X Windows System base para a interface gráfica, poupando-se o trabalho de escrever esses programas.

Em janeiro de 1984, Richard Stallman pediu demissão do MIT e começou o desenvolvimento do GNU. Pouco depois de ter começado, ele ouviu falar sobre o “Free University Compiler Kit”, chamado VUCK. O compilador era multilinguagem, suportando inclusive C e Pascal, e Stallman escreveu para o desenvolvedor, perguntando se ele poderia usar o VUCK como parte do GNU. A resposta foi um incisivo “não”, esclarecendo que o “Free” do compilador se referia à Univerdade (“Free University”) e não ao compilador (“Free Compiler Kit”). Dessa forma ficou definido que o primeiro programa da plataforma GNU seria um compilador multiplataforma e multilinguagem.

Evitando a necessidade de escrever o compilador do zero, foi obtido e utilizado o código fonte do compilador multiplataforma Pastel, uma extensão do Pascal, sendo modificado e adicionado o suporte à linguagem C. O compilador de Pastel possuia alguns problemas em seu código, então ficou decidido que seria necessário, de fato, escrever um novo compilador do zero, sendo esse compilador conhecido hoje como GNU Compiler Collection (GCC). Antes do desenvolvimento do GCC foi lançado do GNU Emacs para editor de textos, sendo considerado o primeiro programa lançado pelo projeto GNU e o precursor da distribuição (paga) do software livre.

Com o crescimento do interesse no GNU Emacas e no software livre (SL, pra simplificar) culminou na fundação da Free Software Foundation (Fundação do Software Livre – FSF), em 1985, fundação de apoio ao desenvolvimento do software livre, sendo mantida inicialmente através da venda de software livre (CD/Fita com códigos fonte, CD/Fita com binários, documentação, todos respeitando as 4 liberdades). Atualmente a FSF é mantida através de doações e da venda de manuais, livros, camisetas, entre outras coisas.

A FSF tornou-se responsável por desenvolver e manter os programas do projeto GNU a exemplo do GCC – compilador C; da GNU C Library (glibc) – biblioteca C; do Bourne Again Shell (Bash) – shell; do GNU Emacs – editor de texto; do GDB – debugger; do GNU Make; sempre almejando o desenvolvimento de um sistema operacional completo e não apenas ferramentas ou um mero ambiente de desenvolvimento.

Como cada componente do GNU foi desenvolvido independentemente sobre plataforma UNIX, foi possível realizar sua distribuição antes mesmo da conclusão do projeto GNU, permitindo a grande popularização desses programas, aumentando a quantidade de colaboradores e doadores.

A Licença
O objetivo do projeto GNU não era apenas ser popular, mas garantir as liberdades de executar, copiar, modificar e distribuir o programa. A forma utilizada para garantir essas liberdades é utilizar a própria regulamentação de direitos autorais (Copyright ©) de forma “reversa”: ao invés de restrigir, a licença foi utilizada para permitir – não permitindo que outras restrições sejam aplicadas e garantindo que as versões modificadas também sejam abrangidas. A essa “reversão” das leis de direitos autorais (Copyright) é dado o nome de Copyleft. A implementação do copyleft utilizada pelo projeto GNU é de autoria do próprio projeto e recebe o nome de GNU General Public Licence (GNU GPL). Outras licenças também são utilizadas em situações específicas dentro do projeto GNU, como em documentações, mas a grande maioria dessas licenças são variações da própria GNU GPL.

O Kernel
Em meados de 1990 o sistema operacional GNU estava quase completo, faltando apenas um de seus principais componentes: o kernel. Surge assim o GNU Alix, que posteriormente passou a se chamar GNU Hurd, o kernel do sistema operacional GNU.

O GNU Hurd não está pronto e nem é possível dizer se algum dia estará. Entretanto, em 1991, um finlandês chamado Linus Torvalds desenvolveu um kernel compatível com o UNIX e batizou-o Linux. Em 1992 o Linux foi lançado como software livre que combinado ao ainda não tão completo GNU formou um sistema operacional completo.

Essa versão do sistema operacional é chamada GNU/Linux, ressaltando sua composição através da agregação do sistema operacional GNU com o kernel Linux.

Conclusão
Este texto buscou contar um pouco da história do surgimento do software livre, do projeto GNU, da FSF, do GNU/Linux motivado pela necessidade de documentar, em língua portuguesa, esses importantes fatos na história da computação e do mundo.

Ao ler seu conteúdo, é possível evitar afirmações do tipo “o Linux é um sistema operacional criado pelo Linus Torvalds”, pois sabemos que o Linux é o kernel desenvolvido pelo Linus Torvalds que foi incorporado ao sistema operacional desenvolvido pelo projeto GNU implementado em sua versão chamada GNU/Linux, sendo seu desenvolvimento encabeçado por Richard M. Stallman, tendo como entidade responsável a Free Software Foundation (FSF). É válido ressaltar também que o nome do sistema operacional é GNU/Linux e ainda que carinhosamente muitos o chamem apenas de Linux não devemos jamais esquecer a importância do Projeto GNU e do sistema operacional GNU na criação do sistema operacional livre que possuímos hoje.

Ao ler esse texto também é possível compreender a diferença entre o software livre e o software gratuito e que ambos são independentes, um software livre pode ser pago, assim como um software gratuito pode ser proprietário (não livre). Isso porque o sofware livre é aquele que garante as 4 liberdades (usar, copiar, modificar e distribuir, resumidamente) enquanto o software gratuito é aquele pelo qual não é necessário pagar para utilizar.

Espero que tenham aproveitado e aguardem os próximos artigos da série.

Referências
As informações, dados e estatísticas contidas neste texto foram retiradas dos diversos conteúdos disponíveis em:
http://www.gnu.org/
http://www.fsf.org/

October 11, 2011 11:44 PM

Live Blue News

Plasma Active One: KDE chega ao mundo dos tablets

9.10.11: Plasma Active One disponível

Um dispositivo móvel deve ser mais que uma simples coleção de aplicativos. Ele deve refletir quem você é. O Plasma Active traz o melhor para o seu tablet, a partir da novíssima tecnologia de Activities baseadas em touch-screen.

PA1.png
Uma Activity de planejamento de férias

No dia 09 de Outubro de 2011 o primeiro lançamento do Plasma Active se torna publicamente disponível. A interface touch screen do Plasma Active One é muito mais que um lançador de aplicativos. Assim que o seu dispositivo é ligado, ao invés da exibição tradicional do grid de aplicações, é exibido o gerenciador de Activities apresentando o seu projeto, tarefa ou idéia atual. Com as Activities, você pode reunir todos os documentos, pessoas, sites web, conteúdo multimídia e widgets, relacionados a um tópico, em um único lugar, construíndo visões personalizadas e interativas da sua vida. Com o Plasma Active as possibilidades são ilimitadas. Você pode adicionar quantos elementos você quiser a uma Activity, com o auxílio da sua funcionalidade de scroll ilimitado. Você pode criar quantas Activities quiser e alternar entre elas via touch-screen, utilizando o Activity Switcher.

PA2.png
Adicione conteúdo a sua Activity

Você escolhe o objetivo de uma Activity: planejar suas férias, trabalhar em um projeto da escola ou do trabalho, organizar as fotos da festa bacana do fim de semana, manter informações sobre suas redes sociais ou organizar seus sites preferidos de notícias. Crie uma Activity, informe o seu nome e seu papel de parede e comece a adicionar seus apetrechos ou diretamente através do botão “Adicionar” ou usando a interface Share Like Connect.

PA3.png
Compartilhando uma foto através do Share Like Connect

Share Like Connect é um grupo de três pequenos ícones sempre disponíveis no painel superior. Eles permitem que você rapidamente conecte o que você está fazendo a qualquer Activity – sites web ou imagens sendo visualizados, documentos, etc. Use o Share Like Connect para registrar seus bookmarks. Envie facilmente o que você está visualizando, por e-mail, para pessoas da sua lista de contatos.

Complementando as Activities, o Plasma Active disponibiliza um lançador rápido e eficiente de aplicações e inclui, por padrão, uma variedade de aplicativos para você usar e se divertir. Basta puxar o painel superior para baixo para tornar a área de seleção de aplicações visível. A seleção de aplicações apresenta as aplicações atualmente em execução, de modo que você pode facilmente alternar ou fechar os aplicativos. Puxando a seleção de aplicações um pouco mais para baixo faz com que o lançador de aplicações fique visível. Ele apresenta uma lista de ícones similar às outras interfaces para tablets e smartphones. A barra de busca integrada permite que você facilmente busque por aplicações instaladas no sistema.

PA4.png
O Peek and Launch permite que você alterne entre aplicações em execução e inicie outras

Quando uma aplicação é iniciada ela automaticamente se conecta à Activity atual. Aplicações relacionadas são mantidas em grupo e fora da sua visão quando você alterna para uma Activity diferente. O Plasma Active traz produtividade imediata para você. Várias aplicações estão por padrão incluidas – navegador web, visualizador de imagens, player de áudio e vídeo (Bangarang Active), visualizador de documentos com funcionalidades simples de edição (Calligra Active [beta]), total controle de e-mail e calendários (Kontact Touch) e diversos jogos divertidos. Estas aplicações são totalmente otimizadas para a interface touch screen. Centenas de outras aplicações estão gratuitamente disponíveis através dos repositórios on-line, embora a maioria delas não estejam ainda otimizadas para touch-screen.

PA5.png
Kontact Touch integra email e groupware ao Plasma Active

Plasma Active é projetado e construído de forma aberta e é lançado sob a forma de software gratuito e de código aberto. Por trás das idéias do Plasma Active está uma comunidade vibrante de participantes e empresas trabalhando em conjunto por um único ideal: a criação de aplicações incríveis para os dispositivos atuais. Não há lock-ins proprietários ou segredos na frente dos esforços de projeto e desenvolvimento, somente uma fantástica experiência de usuário que você pode usar, se divertir e participar.

Como Obter o Plasma Active One

Imagens nas versões instalável e live estão disponíveis para download. Instruções detalhadas de instalação podem ser obtidas na página Instalação do Plasma Active. Tipicamente a instalação consiste simplesmente na inserção de um pendrive USB bootável no tablet, uma reinicialização e seguir as instruções na tela.

É também possível rodar o Plasma Active em uma máquina virtual para propósitos de teste e avaliação. Para maiores informações, bem como os problemas dessa abordagem, por favor refira-se à página Plasma Active em máquinas virtuais. Recomendamos fortemente, entretanto, a execução do Plasma Active em um tablet para melhor experiência.

O Futuro do Plasma Active

O Plasma Active One é mais um passo da longa jornada que a equipe KDE Plasma criou desde o início do projeto em 2007, originalmente para criação de um novo shell desktop. E não chegamos no fim desta caminhada. O Plasma Active Two será lançado em meados de Dezembro de 2011 com o Plasma Active Three programado para ser lançado no terceiro trimestre de 2012.

O Plasma Active Two terá suporte a recomendações automatizadas a Activities, permitindo que o Plasma Active ajude você a coletar e adicionar informações e documentos relevantes às suas Activities. Teremos também a visualização, filtragem e ordenação melhorados de todos os tipos de mídias e informações acessíveis no Plasma Active. Outras funcionalidades serão também desenvolvidas para o Share Like Connect baseado em plugins. Esta versão irá também conter melhorias relacionadas a estabilidade e desempenho, bem como correção de bugs.

O Plasma Active Three será outro lançamento importante onde focaremos nos desafios de segurança de dispositivos, de modo a manter os seus dados seguros e sob controle. Na versão três, começaremos a implementação de forms factors adicionais, para suportar settop boxes e handhelds. O Plasma é construído com a filosofia de “interfaces altamente modularizadas, re-utilizáveis e re-integráveis”. Isto nos permite mover rapidamente de um tipo de dispositivo para outro, mantendo sempre uma ótima experiência de usuário. Pretendemos explorar ao máximo esta flexibilidade nas futuras versões.

Em ciclos de desenvolvimento futuros, um maior número de aplicativos Active e widgets estarão disponíveis. Desenvolvedores de aplicações já existentes estão convidados a se juntarem a nós na “ativação” de suas aplicações para suportar touch-screen e outros form factors. As melhores e mais úteis aplicações serão lançadas nas próximas versões do Plasma Active. Um sistema fácil para download de outras aplicações estará também disponível.

Planejamos também incluir o ARM como arquitetura oficialmente suportada, em adição às plataformas Intel já contempladas. Este esforço está sendo executado em conjunto com as tarefas de redução do footprint do sistema operacional necessário para rodar o Plasma Active. Adicionalmente, estamos no processo de desenvolvimento de uma especificação clara e bem documentada sobre os requisitos subjacentes de sistema operacional necessários para uma boa execução do Plasma Active.

PA6.png
Navegador Web com suporte a touch do Plasma Active

Como Contribuir com o Plasma Active

Plasma Active é um projeto aberto: todo o projeto, planejamento e desenvolvimento é feito em um ambiente de trabalho baseado em consenso. Colaboradores da comunidade e empresas de criação de dispositivos ou aplicativos são bem vindos e capazes de participar da sua própria forma. Se você deseja criar novos widgets, add-ons para o Share Like Connect, novas aplicações, suportar novos dispositivos ou criar uma experiência de usuário totalmente nova usando o Plasma Active, estaremos sempre prontos para lhe receber. Esforços para testes, estabilização, análise de usabilidade e projeto gráfico para os softwares já existentes são também áreas de potencial colaboração.

As bibliotecas utilizadas pelo Plasma Active são licenciadas sob a LGPL, permitindo uma variedade de opções de licenciamento e possibilidades de extensão e configuração. Você pode contactar a equipe do Plasma Active na nossa lista de discussão ou no canal #active do irc.freenode.net. Existe também o fórum KDE de auxílio ao usuário. Solicitações privadas e de imprensa podem ser enviadas a Sebastian Kügler (sebas@kde.org) e Eva Brucherseifer (eva.brucherseifer@basyskom.de).

PA7.png
Blinken é um divertido jogo infantil com suporte a touch screen

Compatibilidade de Hardware

As imagens do Plasma Active One foram testadas e são suportadas nos dispositivos WeTab, ViewSonic ViewPad, ExoPC e Lenovo Ideapad. Mais informações sobre compatibilidade de dispositivos podem ser encontradas aqui. O Plasma Active deve funcionar bem em outros dispositivos baseados em Intel. O suporte a dispositivos ARM está ainda em desenvolvimento. Entretanto, o Plasma Active foi instalado e executado com sucesso no Nokia N900 e outros dispositivos ARM.

Compatibilidade de Software

Praticamente qualquer software disponível para a plataforma Linux pode ser executado no Plasma Active. Recomendamos aplicações baseadas no Qt e no KDE visto que elas apresentam uma melhor integração com o Plasma Active One, o qual é também baseado no KDE Platform 4.7 e Qt 4.7. Outras aplicações, entretanto, executam e funcionam da mesma forma que funcionariam em qualquer outro sistema baseado no Linux. Isso inclui aplicações em linha de comando, acessíveis através do terminal com suporte a touch já presente no Plasma Active.

O Plasma Active é compatível com os workspaces do Plasma Desktop e Plasma Netbook. São todos baseados no mesmo framework, compartilhando mais de 95% do código-fonte. Esta é uma abordagem radicalmente diferente para similaridade de interfaces entre dispositivos. A maioria dos outros produtos para tablets ou são isolados (compartilhando pouco ou nada com outras interfaces de usuário) ou tentam utilizar interfaces desktop em displays pequenos. As interfaces baseadas no Plasma, entretanto, são criadas para tipos específicos de dispositivos mantendo ainda a grande maioria do código-fonte e esforços de engenharia. Consequentemente, widgets e aplicações escritas para o Plasma Desktop ou Netbook podem ser executadas normalmente em dispositivos com o Plasma Active.

Agradecimentos

O Plasma Active One não seria possível sem o inacreditável apoio da comunidade Plasma e sem o suporte financeiro e de desenvolvimento da basysKom e open-slx. O Plasma Active é construído com base nos excelentes frameworks do KDE e Qt, nos dando excelentes pilares para iniciar qualquer trabalho. Estamos muito felizes em conviver com milhares de pessoas que vêm colaborado com as comunidades KDE e Qt ao longo dos últimos 15 anos. Agradecemos também aos esforços que resultaram na criação do MeeGo OS e do Open Build Service, fundamentais para a finalização e lançamento do Plasma Active One.

Sobre o KDE

O KDE é uma equipe internacional de tecnologia que desenvolve software livre para computadores desktop e portáteis. Entre os produtos desenvolvidos pelo KDE estão um sistema desktop moderno para as plataformas Linux e UNIX, um amplo conjunto de aplicações para escritório e groupware e centenas de títulos em categorias tais como Internet a aplicações web, multimídia, entretenimento, softwares aducacionais, editoração gráfica e desenvolvimento de software. As aplicações do KDE são traduzidas para mais de 60 idiomas e são desenvolvidas com foco na facilidade de uso e princípios modernos de usabilidade. As aplicações do KDE4 rodam nativamente no Linux, BSD, Solaris, Windows e Mac OS X.

Avisos Legais. KDE® e o logo K Desktop Environment® são marcas registradas do KDE e.V. Linux é marca registrada de Linus Torvalds. UNIX é marca registrada de The Open Group nos Estados Unidos e outros paises. Todas as outras marcas e copyrights utilizadas neste anúncio são de propriedades dos seus respectivos donos.

Contatos

Africa
AJ Venter
Unit 7B Beauvallon Village
13 Sandown Road
West Beach
Cape Town
7441
South-Africa
Phone: +27 83 455 9978
info-africa@kde.org
Asia
Pradeepto Bhattacharya
A-4 Sonal Coop. Hsg. Society
Plot-4, Sector-3,
New Panvel,
Maharashtra.
India 410206
Phone : +91-9821033168
info-asia@kde.org
Europe
Sebastian Kügler
Meloenstraat 17
6543 ZE Nijmegen
The Netherlands
Phone: +31-6-48370928
info-europe@kde.org
North America
Jeff Mitchell
21 Kinross Rd. #2
Brighton, MA 02135
U.S.A
Phone: +1 (762) 233-4KDE (4533)
info-northamerica@kde.org
Oceania
Hamish Rodda
11 Eucalyptus Road
Eltham VIC 3095
Australia
Phone: (+61)402 346684
info-oceania@kde.org
South America
Helio Chissini de Castro
R. José de Alencar 120, apto 1906
Curitiba, PR 80050-240
Brazil
Phone: +55(41)262-0782
+55(41)8808-1519
info-southamerica@kde.org

October 11, 2011 05:45 PM

KDE 15 anos

Por: Carl Symons

05 de Outubro de 2011

KDE15-1.png

No dia 14 de Outubro de 1996 Matthias Ettrich postou uma mensagem no Usenet (comp.os.linux.misc) anunciando “Precisa-se de programadores !” para um novo projeto chamado “Kool Desktop Environment (KDE)”. Hoje, 15 anos depois, o desejo de Matthias por uma “interface gráfica para usuários finais” foi completamente realizado. E mais. Nas próximas duas semanas o Plasma Active One será lançado com uma aparência única para uma variedade de dispositivos, desde computadores desktop até plataformas móveis. KDE deixou de ser apenas uma interface gráfica para o Linux e passou a ser uma comunidade global. Mas seu espírito inovador ainda persiste, junto com o compromisso de entregar excelentes soluções aos usuários de software livre.

E este evento não pode acontecer sem uma grande festa !

Teremos uma comemoração mundial do 15o aniversário do KDE. Você está convidado ! A comunidade dificilmente se encontraria por completo pessoal, então teremos diversas festas virtuais :). O dia inteiro, em todo o mundo, no dia 14 de Outubro.

Ajude-nos a fazer um grande evento:

Dê uma olhada em como o KDE começou e as incríveis realizações que conseguimos. Mesmo se você não está envolvido este um marco inspirador de um projeto extremamente colaborativo que beneficia tantas pessoas.

14 de Outubro de 2011 – uma celebração global de liberdade e conquista !

KDE15-2.png


October 11, 2011 05:44 PM

Leonardo Couto Conrado

Bela homenagem a Jobs e a importância e consistência do O.S *BSD


20
Steve Jobs
"Nosso marketshare é maior que o da BMW ou da Mercedes ou ainda da Porsche no mercado automobilístico. O que há de errado em ser a BMW ou a Mercedes?" -- Steve Jobs
Obrigado, Steve, obrigado.
Obrigado, Steve Jobs, obrigado.
 A tecnologia de Steve, FreeBSD & 4.2 BSD


Este homem colocou um sistema baseado em FreeBSD no coração de seu tablet, e revolucionou a indústria da tecnologia móvel. (iPad, iOS = Darwin Embedded = Mach + FreeBSD)

Antes disso, ele revolucionou a indústria da telefonia celular, com um sistema baseado em FreeBSD no coração de seu telefone. (iPad, iOS = Darwin Embedded = Mach + FreeBSD)
Antes, criou um novo conceito de televisão on-line, que vem revolucionando este segmento de mercado em regiões do mundo com acesso persistente a banda larga. Em seu coração, um sistema baseado em FreeBSD. (iTV/Apple TV, iOS = Darwin Embedded = Mach + FreeBSD + TinyBSD)
Bem antes, revolucionou a indústria da música, a forma de se consumir e comercializar música, e no coração de seu tocador de música e loja, colocou um sistema baseado em FreeBSD. (iPod, iOS = Darwin Embedded = Mach + FreeBSD)
Antes disso, criou a série de computadores pessoais mais desejado do mundo, e em seu coração, colocou um sistema baseado em FreeBSD. (Mac Book Pro, iMacs, Mac OS X = Darwin + Aqua + Quartz + Mach + FreeBSD)
Ainda antes, revolucionou a indústria do cinema de animações gráficas, e no coração dessa tecnologia colocou um sistema derivado do Mach 2.5 e do 4.2-BSD. (NEXTSTEP = Mach 2.5 + 4.2-BSD + 4.4BSD)
Antes disso, teve seu primeiro contato com 4BSD ao criar uma plataforma computacional superior à que ele mesmo havia criado no passado. (NEXTSTEP = Mach 2.5 + 4.2-BSD + 4.4BSD)
Este homem mudou consideravelmente a forma como o mundo cria e consome música, cinema, comunicação, cultura, livros. Criou a tecnologia e os produtos mais desejados no mercado contemporâneo. Criou a maior empresa de capital aberto do mundo.
E no coração disso tudo... vocês já sabem.
Por isso, nós, das equipes FreeBSD Brasil LTDA & IDS Tecnologia prestamos nossa pequena e sincera homenagem, em reconhecimento a vida e os feitos deste homem. Obrigado, Steve.
E mais uma coisa...
Foi num NeXT Cube, rodando NEXTSTEP, sistema criado a partir de um kernel híbrido do Mach 2.5 e 4.2-BSD + 4.4BSD (incluindo, claro, TCP/IP do 4-BSD) que Tim Berners-Lee criou o primeiro navegador web (WorldWideWeb era o nome), primeiro servidor web (CERN httpd) e criou a web (WWW e o W3C) como conhecemos hoje. Até onde Steve não estava presente, sua obra (e o BSD, claro) fizeram e fazem toda a diferença.
Mac OS X 10.6 (Snow Leopard) é o primeiro sistema a ter instruções de kernel massivamente processada por GPU em complemento a CPU. O OpenCL e processamento GPU, além do Grand Central Dispatch voltam como contribuição da Apple ao FreeBSD em 2011, no FreeBSD 9 (sistema base), quase 4 anos depois de incorporado no Mac. Tardio? Pense da seguinte forma: FreeBSD é o segundo SO a se apoiar em processamento GPU, quase 4 anos depois. O restante do mercado continua correndo atrás, engatinhando. Em mais 2, 3 anos talvez absorvam mais essa influência da tecnologia de Steve.
Steve se foi, mas seu legado continua. E temos orgulho de enxergar que continua fundado em BSD.
Passado, presente, e por muitos anos ainda, o futuro. Obrigado Steve, por subir o nível.

Fonte: http://www.freebsdbrasil.com.br/home.php?area=20&conteudo=53

October 11, 2011 03:04 PM

10/10/2011

Lucas Almeida Rocha

Get Involved in Firefox Mobile

I’ve volunteered to be a community steward for the Mobile team as part of the Contributor Stewards program that has been recently created in Mozilla. My role as a community steward is to find ways to get more people involved in Firefox Mobile.

As a first step, I thought it would be a good idea to create a Get Involved page for the Mobile team. This page is meant to have only the minimal steps to start contributing to different areas of the project—it shouldn’t feel overwhelming. For now, it only has content for hacking and testing but it will include other areas soon.

I have also compiled a list of bugs that are good for first-time contributors and assigned mentors to each of them. The mentors and other team members will assist you with any missing information and useful source code links.

If you’re still unsure where to start after reading the Get Involved page, we’re always on IRC to answer any questions you might have. Firefox Mobile is a key part of Mozilla’s future and is definitely an exciting project to be part of. Join us!

October 10, 2011 11:15 AM

08/10/2011

Vicente Aguiar

Terça, 11 de outubro: último dia para trocar produtos por moeda social antes do BrechóEcoSolidário2011!

Para quem ainda não sabe, o Brechó Eco Solidário é um mercado de trocas de produtos usados através da moeda social “grão”, realizado anualmente junto com um mercado de produtos da economia solidária e diversas atividades culturais.

Esse ano o evento acontece mais na uma vez no Parque da Cidade qui de Salvador, no dia 29 de outubro. Por falar nisso, o recolhimento de produtos nos postos de troca já começou! Em alguns pontos como de alguma Universidade da cidade, as roupas, livros, brinquedos e utensílios domésticos que foram trocados pela moeda social Grão, já foram recolhidos para serem disponibilizados no dia do Brechó.

Todos os demais postos de troca, incluindo o da Colivre, já estão se articulando para que até terça, 11 de outubro, todos os produtos sejam recolhidos.  Para quem perder essas datas, uma última oportunidade: as trocas voltarão a ser feitas no dia do Evento (29/10), no Parque da Cidade. ;)

October 08, 2011 08:13 PM

07/10/2011

Aurelio A. Heckert

A sutileza de Di Vasca

Você tem uma habilidade e toda hora aparece alguém querendo montar em você?

Di Vasca

Aprenda o modo de relacionamento com acéfalos de Di Vasca!

Juro que já quiz fazer o mesmo, mas preciso de um curso de relacionamento interpessoal com Di Vasca.

October 07, 2011 06:23 PM

04/10/2011

Mônica Paz

Site do GITS/UFBA: as apropriações dos usuários nos sites de redes sociais

Gostaria de lembrar que eu também tenho colaborado com textos no site do Grupo de Pesquisa em Interações, Tecnologias Digitais e Sociedade (GITS/UFBA) do Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura Contemporâneas – PPGCCC/FACOM/UFBA (PósCom/UFBA).

Aproveitando o lembrete, convido vocês a lerem o post "Apropriações em sites de redes sociais – Esta pessoa no Facebook" que apresenta parte de minhas questões de interesse dentro do campo da cibercultura e dos sites de redes sociais: usos imprevistos e apropriações das plataformas online por seus usuários.

October 04, 2011 03:10 PM

30/09/2011

JavaBahia

Movendo o java para Frente com o java 7





Depois de aproximadamente 5 anos de espera finamente chega a nova versão da linguagem de programação mais utilizada em todo o mundo, o java 7, com ela vieram muitos recursos novos, melhorias e correções para a linguagem, deixando-a ainda mais fácil o desenvolvimento. Em um material de 4 partes foram postados por Otávio Gonçalves deSantana, o otaviojava, um pouco mais sobre essas novidades :

http://www.devmedia.com.br/post-22375-Novidades--Movendo-o-java-para-Frente-com-o-java-7-Parte-1.html

http://www.devmedia.com.br/post-22376-Projeto-Coin-JSR-334--Movendo-o-java-para-Frente-com-o-java-7-Parte-2.html

http://www.devmedia.com.br/post-22377-NIO-2-JSR-203--Movendo-o-java-para-Frente-com-o-java-7-Parte-3.html

http://www.devmedia.com.br/post-22378-JSR-166-concurrent--Movendo-o-java-para-Frente-com-o-java-7-Parte-4.html

Existe também códigos demonstrando tais recursos e estão disponíveis no github, um projeto demonstrando algumas novidades do java 7 além de um pequeno exemplo demonstrando o java 7 com o java EE 6 isso já é possível com o novo glassfish 3.1.1 em que umas de suas novidades é ser compatível com essa nova versão.

Exemplos java 7
https://github.com/linguagil/Exemplos-Java-7

Pequeno exemplo do java EE6 com java 7
https://github.com/linguagil/Exemplo-javaEE-com-java-7


September 30, 2011 11:04 AM

28/09/2011

Rafael Gomes

Lançado o Zabbix 1.8.8

É com prazer que Zabbix SIA anuncia a mais nova versão estável do Zabbix.

Assim como na versão 1.8.6,  é aconselhável executar um dos patchs SQL abaixo. Ele tem como objetivo melhorar significamente a performance da sincronia entre os nós.

MySQL:
DROP INDEX node_cksum_1 ON node_cksum;
CREATE INDEX node_cksum_1 on node_cksum (nodeid,cksumtype,tablename,recordid);

ORACLE:
DROP INDEX node_cksum_1;
CREATE INDEX node_cksum_1 on node_cksum (nodeid,cksumtype,tablename,recordid);

PostgreSQL:
DROP INDEX node_cksum_1;
CREATE INDEX node_cksum_1 on node_cksum (nodeid,cksumtype,tablename,recordid);

Vamos ver algumas mudanças mais importantes dessa versão:

Melhora na performance da verificação da trigger

Zabbix Server foi melhorado no que tange a calcular textos e logs relacionados a expressões de trigger bem mais rápido e sem utiliza consulta no banco de dados.

Nova opção para mostrar itens sem informação

A visualização “Dados recentes” foi melhorada para ter opção de visualizar itens que não tiverem informações ou visualizar o histórico desses dados.

Expressão regular de busca modificada na API

Expressão regular de busca na API foi substituída de “%” para o mais tradicional “*”.

Nesse link poderemos ver todas as mudanças dessa versão de forma bem simples, porém o mesmo está em inglês.

Interessou? Agora baixe aqui.

September 28, 2011 08:29 PM

25/09/2011

Mônica Paz

Defesa de Tese na UFBA aborda o Software Livre e seu caráter emancipatório

A pesquisadora Teresinha Quadros do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da UFBA defenderá a sua tese de douorado nesta quarta, dia 28 de serembro de 2011, às 14h em São Lázaro/Salvador-BA.

A tese é intitulada "Software Livre: expressão da formação de uma consciência de caráter emancipatório" e foi orientada pelo Prof. Dr. Antônio Câmara. Na banca, estarão professores da UFBA, UFSE e da Unicamp.

 

 

Desejo boa sorte e sucesso!

September 25, 2011 04:16 PM

20/09/2011

Lucas Almeida Rocha

HTML5 Form Validation in Firefox Mobile

My patches to add HTML5 form validation support to Firefox Mobile have landed in trunk yesterday. This feature has been available on desktop since Firefox 4 but it wasn’t implemented in Firefox Mobile until now.

In case you haven’t heard about it, HTML5 supports automatic input validation. This means that your browser can take care of validating form fields for you—no need to write custom JavaScript code to check for required fields or validate common types of input such as numbers, emails, URLs, etc.

So, how does HTML5 form validation look in Firefox Mobile? Very similar to Firefox on desktop. If you submit a form that contains any invalid data—an invalid email address, a required field that was not filled in, and so on—the form will not be submitted, all invalid fields will be marked with a subtle red border, and the first invalid element will be automatically focused showing its respective validation message (see image above).

As far as I know, the only mobile browsers that support HTML5 form validation right now are Firefox and Opera. You can try this feature on our mobile nightly build. As usual, general feedback, bug reports, and patches are welcome!

September 20, 2011 02:38 PM

18/09/2011

Mônica Paz

TEDxPelourinho - simplifique a sua vida

O TEDxPelourinho ocorreu hoje, dia 17 de setembro de 2011, na Antiga Escola de Medicina, Salvador-BA. Este foi o primeiro TEDx do Nordeste.

O evento teve como objetivo espalhar idéias simples que podem modificar o mundo. Foram histórias de vida; projetos de cinema, fotografia, designer; relato de inventos; lições, reflexões, dicas.

Duas histórias me comoveram mais que as outras. A primeira foi a da para-atleta Verônica Almeida, medalhista de ouro em Pequim, sobrevivente há 4 anos de uma previsão médica que desestruturaria a muitos, mas que lhe deu ainda mais forças para viver. A segunda foi a da diretora de cinema Cecília Amado e a sua ação junto a garotos de Ongs de Salvador para a escolha do elenco de Capitães de Areia. Cecília contou como o sonho desses garotos, que por vezes esquecemos que são crianças, é bem simples: querem visibilidade. Essa história me comoveu mais, pois é uma realidade do nosso dia a dia.

A Isabel Gouvêa, fotógrafa, apresentou projetos sobre designer no cotidiano de Salvador através de vídeo e fotografias, desenvolvidos por jovens da ONG Cipó (http://www.cipo.org.br/). O material apresentado contou sobre a cultura dos carrinhos de café, bicicletas utilitárias, placas, latas de tapoca, etc. A fotógrafa também lembrou da importancia da cultura na formação educacional dos jovens e criticou a falta de projetos em conjunto do MINC e do MEC.

O Prof. de Belas Artes/UFBA Taygoara Aguiar falou sobre racismo. Sobre a relação com os cabelos afros lembrou que os cabelos crespos não é um cabelo "ruim", o que são ruins são os valores! Ele divulgou o projeto Tererês . Algo da sua fala que para mim foi o diferencial é que ele avisa que independente de se usar os cabelos lisos ou crespos, o importante é se sentir bem. (nota: ainda escreverei sobre esse assunto).

Aroldo contou a história da invenção do pau elétrico e da guitarra baiana por http://armandinhododoeosmar.com.br/, cantou, tocou e agitou a platéia. Também apresentou o projeto http://www.escoladeguitarrabaiana.com.br/.

Muitas outras histórias foram contadas neste evento, que com certeza ajudou a formar outros multiplicadores e idéias que podem simplificar as nossas vidas. Fica aí os meus parabéns a toda a organização e em especial ao meu amigo Valéssio Brito. Que outros eventos como esse aconteçam por Salvador e por ai a fora :-)

September 18, 2011 02:00 AM

13/09/2011

Lucas Almeida Rocha

Firefox for Tablets on Nightly

Firefox for Tablets

We, Firefox Mobile front-enders, have been working hard for the last few weeks to get the new Firefox UI for tablets in place for general testing. It has now reached a functional state that is good enough for getting some early feedback. So, how can you help us?

First of all, you can simply install Fennec’s nightly build on your Android tablet and give us some thoughtful feedback on the UI. File bugs for the missing bits from the planned design, report interaction problems, let us know about broken bits, etc.

Secondly, if you want to contribute code, have a look at our current list of tablet-related bugs—see the dependent bugs—and let us know what bugs you want to work on. Setting up a Fennec development environment is fairly simple, you can find instructions in the wiki.  Feel free to ask for help either on IRC (#mobile at irc.mozilla.org) or on the specific bug reports. Just ping mfinkle, mbrubeck, wesj, sriram, or me.

Keep in mind that this is very early stage work. There are lots of rough edges and design is continuously evolving. In case you missed it, Ian Barlow, from our Mobile design team, has blogged about the tablet UI design a couple of weeks ago—definitely worth reading. This is all looking very promising and we can’t wait to get it out to users once it’s ready!

September 13, 2011 04:57 AM

12/09/2011

Antonio Terceiro

Laptop fun, or "WTF, HP?"

A couple of weeks ago my old laptop decided to rest forever, and I was forced to impose some economic pressure onto the consumption of the planet resources by acquiring a new one. Fortunately this happened while I am still here in Canada, where it is reasonably cheaper to get a decent laptop than it is in Brazil. Although I did not have the budget I wanted for buying a really kick ass laptop, I was able to buy a decent one, an HP Pavilion G6 1B74CA.

I went on 4 different shops with a USB stick loaded with Debian Live to check whether all the hardware would work ok. I always asked one of the salesman before rebooting the laptops, but it was funny to see the reactions of the different employees who came by to check what I was doing: some of them barely noticed that GNOME was not Windows XYZ, and and some asked whether I was hacking the laptops.

Unfortunately, I wasn’t able to find a single laptop in which the wireless worked out of the box with the Squeeze kernel, which sucks. I searched over the internet a lot, and it seems that even the vendors recommended by the FSF do not provide laptops with wireless cards that work without non-free blobs.

Other issue I had was with the Intel graphics. After the kernel enables the modesetting, the backlight goes to the minimum and it looks like you have no video. There are a couple of workarounds in the internet, and the one in which you add “acpi_osi=Linux acpi_backlight=vendor” to the kernel parameters makes the laptop turn on by itself in the morning. This is probably caused by broken ACPI handling in the BIOS, who almost always is written by people on crack.

The other issues I had were related to the keyboard. First, the BIOS came by default with “Access keys mode” enabled, which means that by default pressing F2-F12 actually activated the “multimedia keys” instead of the real function keys. It was disapointing to hit F12 and have my wireless turned off. After disabling this in the BIOS setup, it was OK.

Well, not quite: for some reason, Fn+F4 did not generate the expected keycodes. After some research on the internet, I found a interesting Ubuntu bug . It seems that the “latest and greatest” version of Windows starts its video setup application via the Meta+P shortcut (“Meta” is the actual name of what Windows people call “the Windows key”). Guess what the morons writing the HP BIOS did … yes, they made the keys Fn+F4 (where F4 has “video setup” as its “multimedia key”) generate the keycodes for Meta+P!

It would be a lot easier for everyone in the world if the people at Microsoft just make their stuff listen to both Meta+P and the “video setup” keycode, which is generated by every laptop out there, to activate the Windows screen setup thing. This way the very smart dudes writing BIOS at HP wouldn’t need to make Fn+F4 generate the keycodes for Meta+P and break every single desktop that is not procuced at Redmond.

September 12, 2011 10:56 PM

08/09/2011

Mônica Paz

I Seminário Intern. Gênero, Sexualidade e Mídia - Out, Bauru-SP

Segue divulgação do "I SEMINÁRIO INTERNACIONAL GÊNERO, SEXUALIDADE E MÍDIA: OLHARES PLURAIS PARA O COTIDIANO", Bauru, 06 e 07 de outubro de 2011.


"Na última década assistimos a um perceptível aumento de estudos na área de gênero e sexualidade no Brasil. Pesquisas realizadas em várias disciplinas têm apresentado temas e objetos diversificados, adensando o debate no nível teórico e metodológico. O mesmo interesse temático também é visível nos estudos sobre comunicação e mídia, terreno no qual as preocupações relativas à identidade, corpo, raça, na qual os estudos culturais têm aportado importantes contribuições teórico-metodológicas. Este contexto cambiante de ampliação numérica dos estudos e da visibilidade de novos sujeitos e culturas sexuais tem, por outro lado, demandado maior interlocução entre áreas próximas, exigindo intensificação do diálogo entre as ciências sociais e a comunicação social.
No intuito de promover esse debate necessário, o I Seminário Gênero, Sexualidade e Mídia: olhares plurais para o cotidiano pretende proporcionar um espaço de produção, reflexão e troca, reunindo pesquisadoras e pesquisadores de diferentes áreas de conhecimento que utilizam do aporte teórico das ciências sociais, da teoria feminista e dos estudos culturais, entre outros, para pensar o lugar das relações de gênero e dos debates sobre sexualidades nas produções culturais contemporâneas."


Local: Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação – FAAC/UNESP, Bauru –SP.
Período: 06 e 07 de outubro de 2011
Carga Horária: 23 horas


Envio de Trabalhos

- data limite para inscrição de trabalhos (resumos e trabalhos completos):
10 de setembro de 2011

- divulgação do resultado final do parecer em relação aos trabalhos submetidos à comissão científica:
20 de setembro de 2011

Veja mais informações sobre inscrições, programação, promoção e normas para submissão em http://www.fundepe.com/novo/midia/.

September 08, 2011 12:33 PM

04/09/2011

Rafael Gomes

Software Freedom Day 2011 – Salvador

O grupo Ekaaty e o PSL-BA, tem o prazer de realizar, na Faculdade Area1, o Software Freedom Day 2011 e contamos com a presença de toda comunidade SL de Salvador e  simpatizantes.

Queremos fazer um grande evento, com presença de experientes e iniciantes, para assim criar um clima de interação e troca de conhecimento. Que é uma marca de eventos de Software Livre.

O evento acontecerá no próximo dia 17 de setembro, na Faculdade Area1.

Não perca essa grande oportunidade!

Segue abaixo o link do evento:

http://wiki.softwarefreedomday.org/2011/Brazil/Salvador

Espero todo mundo lá!

September 04, 2011 07:24 PM

31/08/2011

JavaBahia

Linguagil 3.0 Inscrições



August 31, 2011 07:25 PM